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Software desenvolvido pela UFMG utiliza inteligência artificial para identificar focos de dengue

Mecanismo utiliza imagens de satélite para identificar focos do mosquito para o controle e vigilância epidemiológica

Com a pandemia do Sars-CoV-2, muitos deixaram de se preocupar com doenças que há muitos anos também trazem desconforto, sequelas e até a morte. Nos anos de 2010, 2013, 2016 e 2019, Minas Gerais enfrentou epidemias de dengue e surtos de zika e chikungunya, que tiraram a vida de muitos mineiros. De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), de 2019 até novembro de 2021, os números de infectados e mortos vêm caindo, mas somente em 2021 foram registrados quase 85 mil casos prováveis de dengue. Desse total, mais de 15 mil casos foram confirmados para a doença. Da febre chikungunya, foram registrados cerca de 6 mil casos prováveis, e desse total, 5.344 casos foram confirmados. E em relação à zika, foram registrados 95 casos prováveis e, desse total, 25 confirmados. Também há a preocupação com a febre amarela, que também é transmitida pelo Aedes aegypti. Mesmo com dados melhores que nos anos anteriores, de acordo com os especialistas, isso não significa que a população deve deixar os cuidados de lado, já que o panorama em todo o Brasil é preocupante.

Matéria publicada no Portal UFMG – Leia a notícia completa.