Software, em desenvolvimento, usa imagens de satélite para monitorar piscinas e caixas d’água e pode auxiliar políticas públicas de saúde para controle e vigilância epidemiológica da dengue.
Um estudo conjunto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade de São Paulo (USP) desenvolve um software capaz de mapear áreas mais vulneráveis à proliferação do Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A tecnologia vem sendo estudada há um ano e, usa dados de monitoramento de Campinas (SP) com o objetivo de criar um algoritmo que possa ser aplicado em todas as cidades do país, por meio de imagens aéreas e de satélites.
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