Estudo feito em Campinas combinou o uso dessas fotografias com ferramentas de inteligência artificial para identificar regiões de menor índice socioeconômico e maior suscetibilidade às doenças propagadas pelo Aedes aegypti
Theo Ruprecht | Agência FAPESP – Um programa de computador capaz de identificar, a partir de imagens aéreas, caixas d’água sobre telhados ou lajes e piscinas em áreas abertas foi desenvolvido por pesquisadores brasileiros com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial. A proposta é usar esse tipo de imagem como indicador de zonas especialmente vulneráveis a infestações do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. Além disso, a estratégia desponta como potencial alternativa para um mapeamento socioeconômico dinâmico das cidades – um ganho para diferentes políticas públicas.
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